Top10 das Histórias dos November Nine - Parte 2
Na segunda parte deste olhar sobre as maiores histórias desde o nascimento dos November Nine, Barry Carter traz-nos o top 5.
Continuamos com a contagem decrescente das maiores histórias que surgiram com o conceito de atrasar a mesa final, que deu origem aos November Nine. Podes ver a Parte 1 aqui.
5. Ben Lamb vence o "WSOP Player of the Year"
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| Ben Lamb |
Nos últimos anos, a mesa final do Main Event WSOP tem tido um grande impacto nas classificações para o "WSOP Player of the Year".
Em 2010, o 5º classificado Michael Mizrachi ficou em segundo na corrida de pontos e teria ganho caso vencesse o Main Event.
Este ano, Greg Merson irá ultrapassar Phil Hellmuth e vencer o POY caso conquiste a bracelete.
No ano passado, Ben Lamb foi o primeiro jogador a regressar à final das WSOP já com o título de "WSOP Player of the Year" garantido.
Ele assumiu a liderança quando ficou formada a mesa final, mas teve que esperar pelos resultados das WSOPE (principalmente para ver se Phil Hellmuth conseguiria roubar-lhe o lugar) antes de ter as honras garantidas.
4. November Nine bem-sucedidos durante o intervalo
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| Matt Giannetti
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Um fenómeno interessante que tem ocorrido desde a introdução dos November Nine é que muitos dos participantes passam a conseguir algum sucesso durante o intervalo de três meses até à mesa final.
Em 2008, Ivan Demidov terminou em terceiro no Main Event WSOPE, antes de conseguir o segundo lugar na mesa final dos November Nine.
No ano seguinte, tanto James Akenhead como Antoine Saout fizeram exatamente a mesma coisa, garantindo um lugar na mesa final das WSOPE durante o intervalo do Main Event.
2011 foi um grande ano para o sucesso durante o intervalo, não só com Sam Holden a regressar à mesa final com o título de campeão do Late Night Poker, como também Matt Giannetti regressou à mesa com o título do WPT Malta e com mais €200.000.
3. Phil Ivey entre os November Nine
Um dos objetivos por detrás do conceito dos November Nine era criar estrelas mesmo antes de ser jogada a mesa final. Isso não viria a acontecer em 2009, já que a cobertura do intervalo de três meses foi completamente dominada por um homem: Phil Ivey.
Quando o melhor jogador do mundo faz mesa final, é natural que todos os focos estejam apontados para ele. Talvez o único jogador que teria chamado ainda mais a atenção seria o outro Phil, o Mr Hellmuth.
Infelizmente para os fãs do Ivey, ele não chegou à mesa com muitas fichas e acabou eliminado na 7ª posição, deixando o caminho livre para Joe Cada vencer.
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| Phil Ivey foi o grande destaque da mesa final de 2009 |
2. A mesa final mais internacional de sempre
2011 foi um ano fora do normal para o Main Event por diversas razões. Não só foi o primeiro Main Event após a Black Friday, como também deu origem à mesa final de um Main Event WSOP mais internacional de sempre.
Dos nove participantes, apenas dois eram americanos. Também tivemos representantes de Inglaterra, Irlanda, República Checa, Belize, Ucrânia, Canadá e, claro, o eventual campeão Pius Heinz da Alemanha.
No entanto, este domínio não-americano não durou muito. Este ano, oito dos nove finalistas são dos EUA, apenas com um jogador de outra nacionalidade, Andras Koroknai a representar a Hungria.
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| Apenas dois americanos em 2011 |
1. Grandes contratos de patrocínios
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| Jonathan Duhamel |
Embora inicialmente muitas pessoas não gostassem do conceito dos November Nine, uma das coisas que o tornou popular entre os jogadores foi a garantia de um patrocínio inerente a este.
Antes da Black Friday, fazer mesa final do Main Event garantia que podias conseguir um acordo com a PokerStars ou Full Tilt, acordo esse que muito provavelmente atingia os sete dígitos e mais bónus caso conseguisses vencer.
Foi isto que fez com que chegar à mesa final fosse tão apetecível como ganhar a própria bracelete. Infelizmente, foi também uma das primeiras coisas a desaparecer depois da Black Friday.
Por Barry Carter l Barry Carter no Twitter
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