
As vuvuzelas são um instrumento de sopro usado pelos adeptos sul africanos para apoiarem a bafana-bafana e vão servir também para denominar os relatos da minha viagem à Àfrica do Sul. Na primeira parte da viagem vou ter a companhia de um dos meus melhores amigos, com o qual já partilhei muitas experiências e momentos inesquecíveis.
A viagem começou no dia 3 de Junho no Porto, onde apanhamos a primeira ligação aérea com destino a Londres. Nada de especial a anotar, com excepção para uma animada conversa entre algumas hospedeiras de bordo que me chamou a atenção. ![]()

Chegamos a Londres no início da noite e tivemos que fazer a ligação a para o aeroporto internacional para finalmente apanharmos o voo Londres > Amesterdão > Joanesburgo. A curiosidade desta paragem foi a impossibilidade de fazer o check-in para o voo porque os nossos nomes não constavam na lista de passageiros. Fomos encaminhados para o responsável da KLM e o resultado não podia ser melhor. Era português e resolveu-nos o problema de forma rápida, além de nos reservar os melhores lugares para o voo intercontinental.

Chegamos a Amesterdão e apenas tivemos tempo de para no Irish Pub do aeroporto - o único local onde era permitido fumar. Depois de sairmos da sala de fumo, seguimos as indicações dos painéis electrónicos para finalmente entrarmos no avião que nos levaria directamente a Joanesburgo.

Depois de mais de dez horas de voo, chegamos à África do Sol! Incrível. A recepção no aeroporto aos viajantes internacionais inclui uma frase em português onde se lê: Bem-vindos à África do Sol!


