Vai conseguir se desviar dessas balas?
Enfrentamos uma decisão difícil no turn. Você consegue encontrar uma saída?
Esta semana trazemos uma mão jogada nas mesas low-stake de Zoom na PokerStars. Nosso Hero está no CO segurando uma mão forte, então abre o pote em raise na esperança de ter alguma ação.
Um jogador desconhecido protege seu Big Blind com uma 3-bet. Decidimos aumentar ainda mais o pote e extrair mais valor com nossa mão e nosso stack deep. Afinal, nas posições mais tardias os ranges são mais alargados e nossas 4-bets receberão call com mais frequência. O Vilão dá call.
O flop não parece ameaçar nossa mão, mas o BB decide fazer uma grande donk bet como se quisesse extrair o máximo valor possível da mão antes que fosse tarde demais, ou talvez não desejasse chegar no showdown. O Hero acha que o call é a opção mais razoável no flop. Foldar ainda não é uma opção.
A carta do turn, que aparentemente é uma blank, não parece ter mudado nada nas táticas do nosso oponente. Mas isso pode significar que vamos ter um problema....um GRANDE problema.
Agora é a sua vez! Desta vez, temos apenas duas opções: call ou fold. Mas será que isso torna as coisas mais fáceis?

A aposta do nosso oponente pode muito bem ser uma aposta bem gorda por valor. Suited connectors também podem estar presentes no seu range de 3-bet/call, então os straights e dois pares também são possíveis. E se ele quer ganhar todo nosso stack antes de aparecer uma carta particularmente desagradável no river, que nos faça desistir da mão?
Por outro lado, podemos estar enfrentando uma mão mais fraca tentando desesperadamente se proteger. Será que nosso oponente é corajoso o suficiente para atacar nosso overpair de propósito, usando o stack efetivo deep como alavancagem?
Resultados da votação da semana passada
A maioria dos 548 membros que votaram na semana passada preferiram apenas continuar apostando, sem ir all-in. A porcentagem dos votos para esta opção variou entre 51% em nossa comunidade francesa e 76% em Itália.
O que é mais interessante é um aumento da porcentagem de verdadeiros espartanos nas comunidades inglesa (21%) e portuguesa (33%). Esses caras não temem nada, levam tudo e não devolvem nada!
