Original de JorgeTeixeira
Original de leopoker
Parabens pelo Blog do mes Raimi e restantes membros!!
sabe q sou seu fã (Y)
GG nas mesas
tamo juntos :fdrinkFYP!
![]()
Parabéns a todos! :fdrink :fdrink
:fdrink
Este é do Grupo, todos merecem.
:fdrink
Original de JorgeTeixeira
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Já que esta meio parado por aqui, vou postar um texto, não é sobre poker mas reflete em muito o cotidiano de um jogador e a que podemos correr o risco.
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O caso Rosenham
Como parte de um estudo científico dirigido pelo psicológo David Rosenhan, oito voluntários (um estudante de psicologia, três psicólogos, uma pediatra, um psiquiatra, um pintor e uma dona de casa), sem histórico de problemas mentais, pediram admissão em diferentes hospitais psiquiátricos, fingindo alucinações auditivas. O pessoal do hospital não foi informado que era uma experiência.
Durante a avaliação psiquiátrica, os pseudo-pacientes alegaram estar ouvindo vozes que diziam as palavras "vazias" e "oco". Estas palavras foram escolhidas por serem vagas e sugerir algum tipo de crise existencial. Nenhum outro sintoma psiquiátrico foi relatado.
Todos foram internados, em 12 diferentes hospitais psiquiátricos nos Estados Unidos.
Após serem admitidos, o pseudo-pacientes passaram a agir normalmente, dizer que se sentiam muito bem e já não ouviam vozes. Mas uma vez admitidos e diagnosticados, os pseudopacientes não foram capazes de obter alta enquanto não concordaram com os psiquiatras que eram doentes e começassem a tomar antipsicóticos. Todos receberam alta hospitalar com diagnóstico de “esquizofrenia em remissão”, que significa que tenham uma doença mental irreversível, ao invés de uma doença curável, o que cria de um estigma ao longo da vida da pessoa.
Os pseudo-pacientes eram perfeitamente normais, mas sua presença nos hospitais criou a suposição de que eram mentalmente perturbados. Embora se comportassem normalmente - não fizeram nada para se passarem por doentes - eles logo perceberam que todas as coisas que faziam eram interpretadas como um sinal da doença mental que estava assinalada em seus formulários de admissão. Quando um deles foi descoberto tomando notas, foram feitas observações em seu arquivo, tal como "o paciente tem o costume de escrever" e isso foi considerado patológico. Durante uma entrevista, um "paciente" confessou que, embora fosse mais apegado à sua mãe quando era criança, ele se apegou mais a seu pai quando cresceu - uma virada normal dos eventos. Mas isso foi interpretado como uma evidência do "relacionamento instável na infância". Até mesmo seus protestos dizendo que eram normais viraram-se contra eles. Um dos pacientes verdadeiros os avisou: "nunca diga ao médico que você está bem. Ele não acreditará em você. Diga a ele que você ainda está doente, mas sente-se muito melhor".
Ninguém dos hospitais percebeu o trote. Os pacientes verdadeiros, contudo, perceberam o que estava ocorrendo. Um deles disse ao investigador, "Você não é louco. Você está apenas checando os hospitais".
Por que os médicos não perceberam? O experimento revelou que quando uma hipótese é aceita, tudo pode ser interpretado para sustentá-la. Uma vez que se tornou uma suposição que os falsos pacientes eram mentalmente perturbados, não importava mais a forma com que eles se comportavam. Qualquer coisa que eles fizessem seria interpretada para se encaixar na suposição.
A hipótese de que os falsos pacientes estavam mentalmente perturbados falhou porque não foi testada. Se uma hipótese se propõe a dizer algo real sobre o mundo, então deve haver condições imaginárias para verificá-la. Se a hipótese é que todos os cisnes são brancos, por exemplo, devemos olhar para os cisnes e verificar se não há algum verde ou azul ou de qualquer outra cor. Embora não encontremos cisnes verdes ou azuis, nós sabemos como seria encontrar um. Nossa conclusão deve basear-se no resultado destas observações. Suponha que alguém diga “o Jô Soares não consegue entrar no meu Fusca”. Sabemos qual o significado disso, porque podemos imaginar as circunstâncias que fariam essa declaração verdadeira e as circunstâncias que a fariam falsa. Para testar a afirmação, levamos o carro até o Jô, o convidamos a entrar e observamos o que acontece. Se o resultado for de uma forma, a afirmação é verdadeira; se o resultado for de outra forma, a afirmação é falsa.
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Bom texto para refletir.
Muito bom o texto, RAimi. Realmente tem implicações na tomada de decisões esse tema.
Que venham mais :fdrink
Já me esquecia :facepalm:. Parabéns a todos os que têm participado no blog. Está cada vez melhor :nh
Original de sarvam
Muito bom o texto, RAimi. Realmente tem implicações na tomada de decisões esse tema.Que venham mais :fdrink
Já me esquecia :facepalm:. Parabéns a todos os que têm participado no blog. Está cada vez melhor :nh
Foi um texto entregue pelo professor de uma das matérias em que estou fazendo na faculdade (matéria de Epistemologia). Mas já conhecia esta pesquisa e achei bem interessante o resultado.
Fala pessoal!
Gostaria da opinião de vocês referente ao planejamento de uma mão:
Vocês usam o conceito SPR (Stack to Pot Ratio)?
Ou planejam tudo durante a mão?
Se puderem colocar alguns exemplos seria interessante.
:fdrink
Original de RAimi
Fala pessoal!Gostaria da opinião de vocês referente ao planejamento de uma mão:
Vocês usam o conceito SPR (Stack to Pot Ratio)?
Ou planejam tudo durante a mão?Se puderem colocar alguns exemplos seria interessante.
:fdrink
Eu uso SPR sempre.
Não tenho nenhuma mão aqui para postar agora, mas depois eu posto (estou viajando)
Gostei, RAimi.
Realmente, não uso o SPR e parece que é um conceito muito bom (que tal fazeres um artigo sobre ele?).
Sobre planear a mão acho que sigo o standard, posição, quem fala depois, estou IP ou OOP, quem fala atrás o que pode fazer, que cartas podem vir no turn que podem ser scared para mim ou vilão, etc.
Uma coisa que tento prestar muita atenção é quando tenho uma mão muito forte set+, como vou conseguir extrair a stack do vilão tendo principal atenção nas bet sizes.
Um conta que aprendi neste vídeo W34z3l's W0rksh0p: 4NL Session on Revolution é sobre bet size no turn de modo a fazer aposta de pote no river.
Subtrair stack do vilão pelo pote e dividir esse valor por 3.
Ex: stack 2.00, pote 0.50. (2-0.5)/3 = 0.50.
Original de sarvam
Subtrair stack do vilão pelo pote e dividir esse valor por 3.
Ex: stack 2.00, pote 0.50. (2-0.5)/3 = 0.50.
0.50 é o valor a apostar no turn?
Original de Kony76
Original de sarvam
Subtrair stack do vilão pelo pote e dividir esse valor por 3.
Ex: stack 2.00, pote 0.50. (2-0.5)/3 = 0.50.0.50 é o valor a apostar no turn?
Sim, isso. Esqueci-me de dizer
Original de sarvam
Criei o referido bloco de notas do tópico do 2+2.Bloco de notas sarvam - Hand-Reading (2+2) - (em construção 29/9/2013)
Atualizado a partir de 2.2 A 3Bet
Original de sarvam
Original de sarvam
Criei o referido bloco de notas do tópico do 2+2.Bloco de notas sarvam - Hand-Reading (2+2) - (em construção 29/9/2013)
Atualizado a partir de 2.2 A 3Bet
jÁ li.
:sdrink
Original de sarvam
Gostei, RAimi.Realmente, não uso o SPR e parece que é um conceito muito bom (que tal fazeres um artigo sobre ele?).
:challenge
Assim que tiver uma folga maior faço um, acho que final de semana já da para desenvolver algo.
Interessante
é mesmo sobre nisso que acabei de ler um artigo de um livro


algo sobre eu nunca me tinha debruçado seriamente e que vejo que tem todo o interesse
SPR , é uma forma de planejar a hand tendo por base as stacks dos oponentes ou a nossa ..consoante for a menor.
Por isso é que eu te dizia qeu não se tem margem para dar call a uma 3bet de um MSS, por ex.
Aproveitando o retorno do grupo, estou com uma dúvida sobre formação de ranges. Digamos que abrimos com 3BB do UTG1, um vilão IP 3beta, tendo um range de 3bet de 6% de UTG2 e fold pra 4bet de 50% e shove nos outros 50%.
Como vocês formam um range de 4bet para a ocasião na teoria e como levar para a prática tendo em vista as inúmeras possibilidades de combinações?
Bem complexa e interessante a tua questão, Haduwig.
Infelizmente, não tenho uma resposta. O melhor que posso é sugerir que cries um tópico no sub-fórum No-Limit.
Original de Haduwig
Aproveitando o retorno do grupo, estou com uma dúvida sobre formação de ranges. Digamos que abrimos com 3BB do UTG1, um vilão IP 3beta, tendo um range de 3bet de 6% de UTG2 e fold pra 4bet de 50% e shove nos outros 50%.
Como vocês formam um range de 4bet para a ocasião na teoria e como levar para a prática tendo em vista as inúmeras possibilidades de combinações?
Pergunta bem interessante e eu acho que posso ajudar.
Fala-me do size da 3bet dele e do teu próprio range de open raise. Sabes como calcular em termos teóricos a % de vezes que temos que defender?
Original de double2
Pergunta bem interessante e eu acho que posso ajudar.Fala-me do size da 3bet dele e do teu próprio range de open raise. Sabes como calcular em termos teóricos a % de vezes que temos que defender?
Vamos lá, a 3-bet foi uma 3-bet padrão de 3x o open raise (9bb)
FE= 9/(9+3+1,5)
FE= 9/13,5
FE= 66,7%
Defesa mínima = 100%-FE
Defesa mínima = 33,3%
No range de OR PF, vamos adotar a tabela máxima da PokerStrategy para que possamos ter maior liberdade: 22+, AQo+, AJs+, KQs-87s
Mais alguma informação é necessária?
Original de Haduwig
Original de double2
Pergunta bem interessante e eu acho que posso ajudar.Fala-me do size da 3bet dele e do teu próprio range de open raise. Sabes como calcular em termos teóricos a % de vezes que temos que defender?
Vamos lá, a 3-bet foi uma 3-bet padrão de 3x o open raise (9bb)
FE= 9/(9+3+1,5)
FE= 9/13,5
FE= 66,7%Defesa mínima = 100%-FE
Defesa mínima = 33,3%No range de OR PF, vamos adotar a tabela máxima da PokerStrategy para que possamos ter maior liberdade: 22+, AQo+, AJs+, KQs-87s
Mais alguma informação é necessária?
A tabela da Strategy diz para abrir esse range de UTG+1?
Eu discordo bastante desse range. Eu teria mais semelhante a este de UTG+1:
77+, AJs+, AKo, KQs, KJs, QJs
Tendo em conta este range, de que forma achas que faria sentido construir o nosso range de acordo com as opçoes? Queres ter um range de call na 3bet ou não? Com que mãos queremos dar 4bet/call?
Tem 3 tabelas, essa é a mais loose quando a mesa está muito tight. Usei ela pra dar dar mais liberdade mas podemos usar o seu range, o importante é o pensamento na formação para que possamos formar para outras posições. Se possível, gostaria de ver a lógica da formação do range de Call.