Eu sinceramente não lembro da questão dos hospitais mas enfim.
A Copa não vai servir só ao PT, como muitos querem divulgar:
Seleção faz, de novo, festa para 'governador amigo' da CBF
Seleção brasileira em Goiás, como será nesta terça-feira, em amistoso contra o Panamá, virou rotina, principalmente quando quem manda no Estado é o governador Marconi Perillo, do PSDB. Nehum outro político é tão próximo da CBF, desde os tempos de Ricardo Teixeira até a chegada de José Maria Marin.
Prova disso é que durante os três mandados do tucano (dois entre 1999 e 2006 e o atual, que começou em 2011) nenhuma cidade hospedou tantos amistoso da seleção no Brasil como Goiânia. Foram quatro jogos festivos na cidade sob o comando de Perillo, incluindo o Superclássico das Américas contra a Argentina.
A cidade ainda abrigou, durante uma das gestões de Perillo, um jogo das eliminatórias sul-americanas, em 2005, contra o Peru, e foi palco da maior parte da preparação para a Copa das Confederações no ano passado.
Agora, não terá só a vantagem de organizar outro amistoso. A Fifa exige que cada seleção que vai jogar a Copa do Mundo faça um treino aberto no Brasil.
E a CBF escolheu justamente Goiânia para fazer isso, quando tem a chance de aproximar a seleção do povo sem cobrança de ingressos caros. Nesta segunda-feira, no Serra Dourada, o time de Felipão vai treinar diante dos torcedores goianos, que no final do ano irão às urnas para uma nova eleição de governador, em que Perillo irá concorrer.
A proximidade entre o governador tucano e a CBF é antiga. A confederação, inclusive, foi uma das que financiou a eleição dele ao Senado, em 2006, Na época, a entidade, então comandada por Ricardo Teixeira, doou R$ 50 mil à campanha de Perillo.
Ao levar o time para treina em Goiânia no ano passado e agora para o amistoso contra o Panamá, a CBF também conforta o amigo governador pelo fato da cidade ter sido preterida para ser uma das sedes do Mundial.
A um mês da Copa do Mundo, a Fifa anunciou detalhes da festa de abertura. Antes de o Brasil enfrentar a Croácia no novo estádio do Corinthians, em 12 de junho, o show contará com a apresentação de mais de 600 bailarinos. Uma bola de 8 metros com milhares de lâmpadas de LED deverá se movimentar durante o espetáculo, com a participação do rapper Pitbull e das cantoras Claudia Leitte e Jeniffer Lopez. “A trilha sonora ficou muito bonita e levou dois meses e meio para ser composta”, anunciou, orgulhosa, Joana Havelange, do Comitê Organizador Local. A executiva só não antecipou se o pai, Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, e o avô, João Havelange, presidente de honra da Fifa, vão prestigiar a festa.
Caso isso ocorra, será difícil as autoridades esconderem o constrangimento. Havelange e Teixeira ditaram os rumos do futebol brasileiro e mundial por mais de cinco décadas. Se o esporte mais popular do planeta acabou maculado por negociatas e tramoias variadas, muito se deve à dupla, que só largou o osso após a revelação de um multimilionário esquema de corrupção nas entranhas da Fifa. Pegos por um tribunal da Suíça, tiveram de devolver parte da propina e se afastar das entidades que presidiam ou mantinham influência. Essa longa trajetória de trapaças, fartamente documentada, é o centro do novo livro da editora Planeta, O Lado Sujo do Futebol, nas livrarias a partir do sábado 17.
Os autores são jornalistas experientes, embora sem trajetória na cobertura esportiva. Trabalharam juntos, de 2011 a 2012, em uma série de reportagens para a televisão sobre os desmandos de Teixeira e Havelange. Três deles ainda integram a equipe da TV Record: Luiz Carlos Azenha, Leandro Cipoloni e Amauri Ribeiro Jr., este último autor do livro Privataria Tucana (Geração Editorial), retrato da rede de corrupção montada a partir das privatizações no governo FHC. O quarto autor é Tony Chastinet, hoje na Band.
A obra de quase 400 páginas detalha como os cartolas transformaram o futebol em um negócio lucrativo, capaz de gerar recursos excedentes para assegurar o enriquecimento próprio e sua perpetuação no poder. Revela ainda como os dirigentes conseguiram escapar da maioria das denúncias, amparados na leniência do Judiciário e na intervenção amiga de parlamentares ligados a federações esportivas, a Bancada da Bola.
O principal mérito do livro é sistematizar as dezenas de acusações contra os cartolas, tanto aquelas extraídas de investigações oficiais, entre elas duas CPIs no Congresso, quanto de denúncias feitas pela mídia nacional e estrangeira. Ao volumoso trabalho de organização acrescentam-se revelações surpreendentes, a começar pelo involuntário pontapé dado pela Fifa nas investigações do esquema de corrupção da ISL, empresa que intermediava os contratos de televisão das Copas. Tudo começou quando Joseph Blatter, sucessor de Havelange no comando da Fifa, decidiu cobrar da massa falida da ISL o repasse de um pagamento da TV Globo pelos direitos de transmissão dos Mundiais de 2002 e 2006. Um promotor suíço resolveu investigar o caso a fundo. Por tabela, a Receita Federal do Brasil descobriria que a emissora da família Marinho sonegou 183 milhões de reais em impostos.
O livro esmiúça o relacionamento de Teixeira e do ex-presidente do Barcelona, Sandro Rosell. Parceiros de negócios por mais de uma década, envolveram-se em nebulosas transações comerciais que movimentaram mais de 45 milhões de reais. A proximidade era tamanha que o então presidente da CBF apresentou o espanhol a Neymar em um ônibus da Seleção Brasileira, um empurrão na contratação do atacante pelo clube catalão. A contratação, diga-se, é alvo de processo na Espanha.
Ibope mostra que maioria ainda apoia a Copa do Mundo no Brasil
Obra do Estádio Nacional de Brasília teve superfaturamento de mais de 430 milhões
em 24 de maio de 2014 107 Comentários 639 visualizações 0
A edição deste sábado do jornal “O Globo”, revela: houve superfaturamento de pelo menos R$ 431 milhões na construção do Estádio Nacional de Brasília, pelo governo do Distrito Federal. Orçada inicialmente em R$ 745 milhões, a obra já custou R$ 1,6 bilhões aos cofres públicos, e ainda há a perspectiva de que chegue a R$ 2 bilhões, já que foi aprovado um novo aditivo para reformas no entorno da nova arena.
A reportagem do jornal toma como base um relatório preliminar do Tribunal de Contas do Distrito Federal, que apontou o superfaturamento na construção do estádio. “O Globo” também cita investigação da Controladoria-Geral da União, que chegou a dar início a uma auditoria nas planilhas do projeto, mas que posteriormente abortou a auditoria pelo fato de não haver dinheiro do governo federal na obra, apenas recursos do governo do DF.
Ainda segundo “O Globo”, como o Estádio de Brasília acabou não tendo financiamento do BNDES, a CGU foi excluída do monitoramento das obras. Autoridades que atuaram na fiscalização relatam uma “pressão política” para o afastamento do órgão de controle. Por essa razão, o senador Alvaro Dias apresentou projeto de lei para que o Tribunal de Contas da União (TCU) passe a fiscalizar, no caso de eventos internacionais, realizados no Brasil, os recursos repassados aos estados e municípios a título de financiamento por quaisquer de suas instituições financeiras.
Pela proposta do senador Alvaro Dias, a fiscalização não será limitada à análise financeira do contrato ou do repasse dos recursos, mas também ao uso final do dinheiro público.
Mesmo se o ente da federação não se utilizar de recursos federais, mas a obra fizer parte dos investimentos do evento internacional, também caberá ao Tribunal de Contas da União a fiscalização da utilização destes recursos sem nenhuma restrição de acesso a informações.
“A Copa do Mundo atingirá um total de gastos de cerca de R$ 30 bilhões, muito além da previsão inicial, sendo que grande número de obras e intervenções urbanas previstas foram canceladas, ou seja, aumentaram a despesa e reduziram drasticamente os resultados para a população. O TCU, responsável pela fiscalização dos recursos federais, teve sua atuação restringida já que a maior parte dos recursos foi repassada aos estados mediante financiamento de instituições financeiras (BNDES, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste do Brasil). Essa engenharia financeira prejudicou a fiscalização dos recursos federais.
Dessa forma, o projeto que apresento tem o objetivo de garantir que os recursos de origem federal sejam fiscalizados pelo TCU em toda a etapa da realização da obra”, disse o senador na justificativa. O projeto se encontra no momento da Comissão de Assuntos Econômicos, aguardando apresentação de relatório pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR).
Agente não sabemos faze Copa do Mundo,/ Agente não sabemos fazer Olimpíadas,/ Agente não sabemos tomar conta de gente. Inútil...
Falam tanto que o povo não saber votar...não tem opção toda hora Leinaldo lol
Original de Factcont05
Agente não sabemos faze Copa do Mundo,/ Agente não sabemos fazer Olimpíadas,/ Agente não sabemos tomar conta de gente. Inútil...Falam tanto que o povo não saber votar...não tem opção toda hora Leinaldo lol
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Tio Rei ñ rola...
Mais importante do que o resultado do jogo de abertura da Copa do Mundo entre o Brasil e a Croácia, na quinta-feira 12, no chamado Itaquerão, quem sabe, serão os apertos de mãos, sorrisos e expressões joviais dos cartolas nas tribunas. Como será um suposto encontro entre Sepp Blatter, o presidente da Fifa, e Michel Platini, seu homólogo na Uefa? Ou esse encontro não ocorrerá? Blatter, sucessor de João Havelange em 1998, com quem, aliás, aprendeu a capitanear a Fifa (ele se autoproclama, de fato, “capitão do navio”) da forma mais corrupta possível, é o único a ter revelado publicamente seu interesse por um quinto mandato na organização mundial de futebol. Embora declarasse, desde a sua eleição em 2011, que esses seriam seus últimos quatro anos no leme, agora ele repete: “Minha missão ainda não foi cumprida”.
Por sua vez, Platini, o ex-número 10 da seleção francesa e três vezes ballon d’or nos anos 1980, parece ser o único rival à altura de enfrentá-lo, embora também ainda não tenha oficializado sua candidatura para o pleito de 2015. Ex-aliados, Blatter agora não perde a menor oportunidade para propalar o fato de Platini, 58 anos, ter se envolvido de forma exagerada na escolha do Catar. O nome do pequeno emirado do Golfo de 2,2 milhões de habitantes virou uma bomba com potencial, segundo uma fonte de CartaCapital, “para fazer explodir a Fifa e implodir, na esteira, a Uefa”. Nesse mar revolto, o suíço Blatter, 78 anos, quer jogar a culpa na escolha do Catar, que ele considera um “erro”, em Platini.
O novo enredo teve início no domingo 1º de junho, quando o semanário britânico The Sunday Times deu um furo. A escolha do Catar teria sido feita graças às propinas do então vice-presidente da Fifa, o catariano Mohamed bin Hammam, no valor de 5 milhões de dólares, em troca de votos a favor do emirado. Os pagamentos aos integrantes do Comitê Executivo da Fifa viriam de várias contas secretas da Kemco, empresa de construção de Bin Hammam, então também presidente da Confederação Asiática de Futebol. Em 11 páginas, em que se exibem e-mails e transferências bancárias, o Sunday Times demonstra como o Catar rompeu todas as regras da Fifa. No entanto, o Comitê Catar 2022 diz que Bin Hammam não fazia parte da equipe de licitação.
O ex-vice naturalmente insiste ter mantido total neutralidade em razão dos seus dois cargos. Mas os documentos deixam transparente o seu papel de lobista e demonstram como se deu que ele transferisse dezenas de milhares de dólares para dirigentes da Fifa. Jack Warner teria sido um dos beneficiários. Então também vice-presidente da Fifa e presidente da Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf), teria recebido 1,5 milhão de dólares. Warner era capaz de tudo. Em 2006 vendia ingressos para a Copa por três vezes o valor nominal. Quatro anos mais tarde comprou ingressos no valor de 84 mil dólares. Era aliado de Blatter, mas depois de apoiar Bin Hammam para a presidência em 2011 teve de renunciar aos cargos na Fifa e em seguida na Concacaf por alegações de suborno. O mesmo fim teve Bin Hammam. Um dos homens mais influentes na eleição de Blatter em 1998, teve de renunciar em junho de 2011, seis meses após as eleições da Rússia e do Catar. O motivo: acusação de tentativa de suborno na sua empreitada para vencer a presidência da Fifa.
A imagem de Platini sofreu quando uma fonte reportou ao vespertino Le Monde que o ex-meia da seleção francesa tomou um café da manhã com Bin Hammam em um hotel na Suíça. Isso a poucos dias da votação em dezembro de 2010. A fonte do jornal diz que Bin Hammam não queria comprar seu voto para o Catar, mas sim que ele se candidatasse contra Blatter. Platini recusou-se e Bin Hammam resolveu então se candidatar. Nesta semana, o diário britânico The Daily Telegraph garantiu que Bin Hammam queria mesmo era “comprar o voto favorável ao Catar de Platini”.
O diário francês L’Équipe, por sua vez, correu em socorro de Platini em uma matéria de primeira página intitulada: “Quem quer a pele de Platini?” Segundo o L’Équipe, o Daily Telegraph “se apoia em fontes” e “não fornece provas” de que houve tentativa de suborno por parte de Bin Hammam. Escreveu Platini ao Telegraph: “Acho incrível que um encontro com um colega seja transformado em conspiração de Estado”. O L’Équipe, no seu canto, escorrega ao fazer um segundo artigo com o título “Uma revanche inglesa?” Na verdade, jornais britânicos têm sido instrumentais na luta contra a corrupção na Fifa.
O “erro de Platini foi ter revelado seu voto a favor do Catar”, reporta o L’Équipe. Isso já no dia da votação, em dezembro de 2010. Platini fez mais: aceitou um convite do então presidente Nicolas Sarkozy para jantar no Palácio do Eliseu com dirigentes catarianos. Entre os presentes, o filho do emir e o premier do Catar. Data: 28 de novembro de 2010, dias antes do voto a favor do Catar. “Não sou tão burro para não entender que Sarkozy queria que eu votasse a favor do Catar”, avaliou Platini. “Mas ele nunca me pediu para fazê-lo.” O L’Équipe não revelou que Platini, às vésperas da votação, recusou um convite de Vladimir Putin para visitar Moscou. Também não comentou que o filho de Platini, Laurent, tornou-se chefe-executivo da Burrda, empresa de esportes catariana. Mais: um ano mais tarde, a Qatar Sports Investments comprou o Paris Saint-Germain (PSG), o time de Sarkozy. “O fato de Platini ter aceito, após ter votado no Catar, que seu filho trabalhe para os catarianos não é ético”, avalia a fonte.
A escolha do Catar nunca deixou de arrancar suspeitas de corrupção. Um país com verões de 50 graus centígrados, sem tradição de futebol, sem um estádio sequer é, de fato, menos credenciado para acolher o maior evento futebolístico. Tanto mais em comparação com os EUA, o Japão e a Austrália, entre os mais cotados para a edição de 2022. “Seria como organizar a próxima competição mundial de esqui na Costa do Marfim”, diz a fonte que esteve em Doha em meados de 2010 para fazer uma reportagem para um jornal europeu. “Em Doha, logo me dei conta de que eles iam conseguir a escolha.” O motivo? “Eles têm petróleo e numerosos cartolas do futebol não têm escrúpulos.” A questão, emenda, “é como os catarianos usariam o dinheiro deles para ser sede da Copa”.
Reportagens sobre casos de corrupção e propinas não escassearam desde a votação favorável ao Catar, e da Copa do Mundo na Rússia em 2018. A mídia americana, derrotados os EUA na final por 14 a 8 votos, para a ira de Bill Clinton, tem sido bastante ativa. Idem a britânica, derrotado o Reino Unido pela Rússia por 20 votos a humilhantes 2. O diário The Guardian reportou, em maio, que morre mais de um trabalhador imigrante ao dia nas obras do Catar. E, segundo a Confederação Internacional Sindical, se até 2022 as leis trabalhistas não forem reformadas, 4 mil trabalhadores imigrantes perderão a vida.
Nos últimos dois anos, o americano Michael Garcia, presidente da Câmara de Instrução da Comissão Ética da Federação Internacional, investiga as supostas corrupção e propinas a envolver a escolha do Catar. Garcia deverá entregar o relatório à Fifa na segunda-feira 9. Observadores dizem que ele não terá tempo de avaliar os documentos publicados no Sunday Times no dia 1º e os próximos artigos do semanário. “Esse inquérito é uma farsa”, diz a fonte. “Ademais, Garcia não leva em conta o caso da Rússia.” Houve trapaça lá também? “Quando há duas há três.” Em miúdos, se houve propinas no Catar por que não na Rússia? De qualquer modo, Garcia tem poderes limitados. Só Blatter poderá decidir se haverá nova votação. E, no caso, haveria dois problemas. Primeiro: teriam de lidar com Putin, que não aceitaria um novo escrutínio. Segundo: custaria bilhões de euros. Os patrocinadores estão inquietos. Blatter, que diz, ao contrário de Platini, ter votado nos EUA, vai ser testado. Se a reeleição lhe valer um quinto mandato, talvez ele siga adiante. A solução para o esporte mais amado do mundo é a reforma da Fifa, ou o seu fim. E sem Platini e Blatter.
Original de rafaelaugustop
http://globoesporte.globo.com/platb/meiodecampo/2014/06/07/suposta-mensagem-com-arvores-cortadas-da-amazonia-gera-polemica/Acho que é fake.
Vamos ver o que aparece
Original de brunogalvao81
Original de rafaelaugustop
http://globoesporte.globo.com/platb/meiodecampo/2014/06/07/suposta-mensagem-com-arvores-cortadas-da-amazonia-gera-polemica/Acho que é fake.
Vamos ver o que aparece
Quanto mais eu vejo a imagem mais eu acho que é fake. Não acho como poderia ser simples fazer isso, tanto quanto logística, dinheiro e a propaganda negativa.
Fui dar uma olhada no twitter da PP e eles são bem brincalhões, postando muitas brincadeirinhas, fake isso aí com certeza.
Original de rafaelaugustop
Fui dar uma olhada no twitter da PP e eles são bem brincalhões, postando muitas brincadeirinhas, fake isso aí com certeza.
Sim, tem saído muitas piadas sobre.
Vinha postar o John Oliver. O JorgeTeixeira antecipou-se, mas eu acho que ele estava fora-de-jogo.
"...Ai, ai, ai ai, ai ai ai
Está chegando a hora...
E viva ao pão, circo e água! :fdrink
A vida é um negócio e a FIFA é uma empresa. O resto é treta.
A ponderação faz-se entre dinheiro e dinheiro, não entre os conceitos da carochinha que vos ensinaram na escola , aliás, esses conceitos servem, quase todos para garantir que a vida seja um negócio e que os dominantes de agora, o sejam no futuro.
Posto isto, não vejo nada de anormal no campeonato do mundo.

