Por um bom tempo, o GP da Hungria deu sono a quem assistiu a corrida. Mas a partir da metade final da prova deste domingo (30), tudo mudou quando Sebastian Vettel, Kimi Räikkönen, Valtteri Bottas e Lewis Hamilton estavam muito próximos entre si. A Mercedes lançou mão da sempre discutível ordem de equipe e fez com que Bottas praticamente estacionasse seu carro para Hamilton passar e tentar atacar a dupla da Ferrari. Mas em uma pista conhecida pelas amplas dificuldades em ultrapassar, o top-3 foi mantido no fim. Vettel voltou a vencer na temporada e, com os 25 pontos somados em Budapeste, chegou a 202 pontos. Räikkönen completou a dobradinha da Ferrari.
Valtteri Bottas terminou em terceiro depois que Lewis Hamilton, abriu passagem no fim. O britânico devolveu posição depois de Bottas estacionar seu carro para ajudar o colega a tentar lugar contra as Ferrari. Assim, o bicampeão teve de se contentar com o quarto lugar. O resultado do britânico levou Vettel a ir para a liderança do campeonato com 14 pontos de vantagem para seu maior rival na briga pelo título. Hamilton foi seguido por Max Verstappen, que protagonizou um momento de tensão no começo da corrida ao se chocar contra o carro de seu companheiro de Red Bull, Daniel Ricciardo, que disparou contra o holandês depois de abandonar a disputa na primeira volta.
Fernando Alonso, por sua vez, garantiu seu melhor resultado do ano. Como presente no fim de semana do aniversário de 36 anos, o bicampeão colocou a McLaren na sexta colocação. Carlos Sainz, que duelou por muitas voltas com Alonso, foi o sétimo, enquanto Sergio Pérez e Esteban Ocon, da Force India, terminaram logo atrás. E Stoffel Vandoorne completou o top-10, marcando seu primeiro ponto no ano.
A F1 agora volta à ativa no fim de agosto, entre 25 e 27, para a disputa do GP da Bélgica, no mítico circuito de Spa-Francorchamps.

