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[F1 2017] Aquecendo os motores

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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
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Original de NightWolfBRA
http://motorsportstalk.nbcsports.com/2014/10/05/jules-bianchi-taken-to-hospital-unconscious-following-crash/

"He has been sent to hospital by ambulance because the helicopter cannot go in these conditions."

Eu achava que ter condições de vôo pro helicóptero era pré-requisito pro andamento de uma corrida...

Bem observado.

Eu não consegui ver a corrida. Esse horário de 3:00 é brabo. Não dá nem pra esticar e se dormir pra acordar na hora você se perde. :facepalm:

O negócio com o Bianchi foi feio. Tão feio que nem passaram a imagem do acidente. O cara entrou debaixo do trator e tá com coágulo na cabeça. :(

http://www.grandepremio.com.br/ao-vivo


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
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Morreu :facepalm:

Famoso nos anos 80 e 90 na F1, Andrea de Cesaris sofre acidente de moto na Itália e morre aos 55 anos

Andrea de Cesaris morreu neste domingo (5) aos 55 anos na Itália. O ex-piloto da F1 estava guiando sua moto numa estrada de Roma e perdeu o controle da Suzuki 600, chocando-se violentamente contra um guard-rail. Segundo as primeiras informações, De Cesaris morreu na hora.

Nascido em 1959, De Cesaris chegou à F1 nos anos 80 pelas mãos da Alfa Romeo, fazendo sua estreia nos GPs disputados na América do Norte (Canadá e EUA). No ano seguinte, foi contratado pela McLaren para ser o companheiro de John Watson. Sem ter resultados expressivos, voltou para a Alfa Romeo em 1982. Nas temporadas de 1984 e 1985, correu pela Ligier; nômade, pulou para a Minardi em 1986, à Brabham em 1987, à Rial em 1988, à Dallara em 1989 e 1990 e foi parar na Jordan em 1991, onde obteve destaque — pelos acidentes. Em 1992 e 1993, foi piloto da Tyrrell, e encerrou a carreira na F1 em 1994, substituindo o lesionado Karl Wendlinger na Sauber.

Em 208 corridas disputadas, De Cesaris teve dois segundos lugares como melhores resultados no início da carreira na Alfa Romeo, nos GPs da Alemanha e da África do Sul. No seu currículo também consta uma pole, em um longínquo 1982, em Long Beach.

No ano de 2006, De Cesaris chegou a competir na GP Masters, categoria que reunia pilotos da F1 de sua época, como Emerson Fittipaldi e Nigel Mansell.


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Ikki86
Membro desde: 05.12.2010
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Brunogalvão, quem lê o seu post se choca achando que quem morreu foi o Bianchi. Imo, deveria ter postado só a notícia. Quem lê "morreu" logo pensa que foi o Bianchi e toma um baque!

Eu estava assistindo a corrida. Foi até estranho terem parado a corrida. Na hora pensei: "Porra! Como eles pararam a corrida só por causa do carro do Sutil!? Já estavam com o carro no guindaste e largaram!?" Não mostraram o acidente do Bianchi em momento algum e nem dava para ver o carro dele, então demorou muito para saber por qual motivo haviam interrompido a prova. Os pilotos saíam dos carros e demonstravam não saber muito bem o que havia ocorrida, até que o Rosberg chegou no Hamilton e cochichou no pé do ouvido dele. Mais ou menos nessa hora a transmissão da globo informou que algo havia acontecido com o Jules Bianchi e depois confirmaram que ele havia se chocado com o trator que estava retirando o carro do Sutil da pista. Foi bem grave o que ocorreu com ele. Nem consegui dormir direito. Não foi um acidente de corrida, foi negligência dos comissários. Provavelmente o Bianchi não viu a sinalização de que havia um acidente devido a baixa visibilidade causada pela falta de luz natural.


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
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Original de Ikki86
Brunogalvão, quem lê o seu post se choca achando que quem morreu foi o Bianchi. Imo, deveria ter postado só a notícia. Quem lê "morreu" logo pensa que foi o Bianchi e toma um baque!

Mas a ideia era essa. :coolface: O Bianchi já está salvo sob observação.
O De Cesaris foi uma pena. Lembrei dele quando vi a maratona de corridas do Ayrton Senna no Sportv esse ano. :f_frown:


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Ikki86
Membro desde: 05.12.2010
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Original de brunogalvao81

Original de Ikki86
Brunogalvão, quem lê o seu post se choca achando que quem morreu foi o Bianchi. Imo, deveria ter postado só a notícia. Quem lê "morreu" logo pensa que foi o Bianchi e toma um baque!

Mas a ideia era essa. :coolface: O Bianchi já está salvo sob observação.
O De Cesaris foi uma pena. Lembrei dele quando vi a maratona de corridas do Ayrton Senna no Sportv esse ano. :f_frown:

Não estou achando updates sobre o estado de saúde dele. A última notícia que vi é que a cirurgia na cabeça foi um sucesso, mas que o quadro ainda é grave. Onde você está se informando?


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NightWolfBRA
Membro desde: 03.08.2007
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Acho que ainda demora um pouco pra darem uma ideia das consequências do acidente, "salvo" pode ir do volta antes do final do ano até um estado vegetativo.


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
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Original de Ikki86

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Brunogalvão, quem lê o seu post se choca achando que quem morreu foi o Bianchi. Imo, deveria ter postado só a notícia. Quem lê "morreu" logo pensa que foi o Bianchi e toma um baque!

Mas a ideia era essa. :coolface: O Bianchi já está salvo sob observação.
O De Cesaris foi uma pena. Lembrei dele quando vi a maratona de corridas do Ayrton Senna no Sportv esse ano. :f_frown:

Não estou achando updates sobre o estado de saúde dele. A última notícia que vi é que a cirurgia na cabeça foi um sucesso, mas que o quadro ainda é grave. Onde você está se informando?

http://www.grandepremio.com.br/ao-vivo


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Ikki86
Membro desde: 05.12.2010
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Nem tinha reparado nisso, mas das duas possibilidades uma delas deveria ter sido adotada. A primeira é que a corrida deveria ter sido antecipada para que a chance de uma chuva forte ocorresse durante o GP fosse minimizada. A segunda e mais importante é que A PROVA NÃO DEVERIA TER SIDO REALIZADA!!! O argumento é bem simples, as condições climáticas não permitiam que o helicóptero decolasse!! Tanto é que o Jules Bianchi teve que ser retirado do autódromo por uma ambulância!! Isso não existe!!! Em casos graves os pilotos devem ser retirados de helicóptero, e nunca de ambulância! A ambulância é só para casos menos graves e que só necessitem de curativos ou check-ups!! A partir do momento que julgam que o helicóptero não tenha mais condições de voar devem interromper a prova! Os responsáveis pela F1 deveriam segurar uma baita processo por permitirem que isso!

As imagens não mostram o capacete dele tão danificado e isso é estranho, já que, pelo que dizem, ele sofreu um impacto bem forte na cabeça. Um artigo que li sobre o acidente cita algo importante, o santantonio do carro dele foi completamente destruído, e aquilo é feito para resistir à impactos fortíssimos.


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NightWolfBRA
Membro desde: 03.08.2007
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Original de Ikki86
Nem tinha reparado nisso, mas das duas possibilidades uma delas deveria ter sido adotada. A primeira é que a corrida deveria ter sido antecipada para que a chance de uma chuva forte ocorresse durante o GP fosse minimizada. A segunda e mais importante é que A PROVA NÃO DEVERIA TER SIDO REALIZADA!!! O argumento é bem simples, as condições climáticas não permitiam que o helicóptero decolasse!! Tanto é que o Jules Bianchi teve que ser retirado do autódromo por uma ambulância!! Isso não existe!!! Em casos graves os pilotos devem ser retirados de helicóptero, e nunca de ambulância! A ambulância é só para casos menos graves e que só necessitem de curativos ou check-ups!! A partir do momento que julgam que o helicóptero não tenha mais condições de voar devem interromper a prova! Os responsáveis pela F1 deveriam segurar uma baita processo por permitirem que isso!

As imagens não mostram o capacete dele tão danificado e isso é estranho, já que, pelo que dizem, ele sofreu um impacto bem forte na cabeça. Um artigo que li sobre o acidente cita algo importante, o santantonio do carro dele foi completamente destruído, e aquilo é feito para resistir à impactos fortíssimos.

Antecipar a corrida é complicado comercialmente, tem os horários de propaganda definidos, organização de acesso dos torcedores, etc.

Não me conformo é com a coisa do helicóptero, postei lá o link do próprio site da F1. O tempo de atendimento, exames, cirurgia pode mudar completamente o prognóstico, alguns minutos a mais sem oxigenação, com pressão elevada ou outras complicações pode ser a diferença entre voltar correr e nem mesmo conseguir falar.


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
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http://grandepremio.com.br/f1/noticias/video-torcedor-que-filmava-resgate-do-carro-de-sutil-flagra-acidente-de-bianchi-com-guindaste-em-suzuka


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NightWolfBRA
Membro desde: 03.08.2007
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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
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Acidente de Bianchi recoloca em pauta discussão sobre proteção para cabeça dos pilotos na F1

Spoiler

NÃO PODE SER MERA COINCIDÊNCIA que os acidentes mais graves da última década na F1 envolvam impactos na cabeça. Os carros de hoje em dia são seguros — já vimos diversos casos em que a célula de sobrevivência resistiu a pancadas fortes. Robert Kubica sobreviveu àquela horripilante batida no GP do Canadá de 2007. Mas há um ponto de vulnerabilidade, e esse é a proteção à cabeça do piloto.

Antes de mais nada, deve-se dizer que o fato de a cabeça ficar exposta foi uma causa secundária no acidente de Jules Bianchi, no último domingo (5), no GP do Japão. Ali, o grande problema foi a presença de um trator dentro da área de pista, debaixo de chuva forte, sem que o safety-car fosse acionado pela direção de prova. Posto isso, a discussão a respeito de maneiras de proteger melhor o piloto é, sim, válida.

As últimas duas vezes que a F1 entrou em pânico por causa de graves acidentes foram em 2009 e em 2012, com Felipe Massa e María de Villota, respectivamente.

Massa, durante a classificação para o GP da Hungria, foi atingido na cabeça por uma mola que se desprendeu da Brawn de Rubens Barrichello. Desacordado, passou reto na curva mais rápida do circuito de Hungaroring e bateu de frente na barreira de pneus. O piloto sofreu uma concussão e uma fratura no crânio que exigiu cirurgia, mas conseguiu se recuperar plenamente e voltou às pistas oito meses depois. Na primeira corrida que fez após o acidente, o GP do Bahrein de 2010, subiu ao pódio.

Depois disso, foi introduzido um reforço de Zylon nas viseiras dos capacetes, com o intuito de aumentar a proteção em casos semelhantes.

O acidente de De Villota, em julho de 2012, foi mais grave — e até hoje é um mistério. Durante um teste aerodinâmico da Marussia na base aérea de Duxfort, a espanhola se chocou contra a rampa de carregamento de um caminhão que estava à beira da pista. Ela havia acabado de deixar o box improvisado na pista de pouso para dar uma volta de instalação e, ao reduzir para estacionar, foi surpreendida por uma aceleração repentina.

A rampa, indevidamente aberta, estava à altura do rosto da pilota. O impacto, frontal, aconteceu através da viseira do capacete. María sofreu fraturas graves no crânio e perdeu o olho direito. Nunca mais guiou um carro de corrida, mas pôde, aos poucos, retomar uma vida normal. Passou a integrar a Comissão de Pilotos da FIA e escreveu um livro que lançaria dias depois de morrer precocemente em 11 de outubro de 2013, em Sevilha. A morte se deu por causas naturais, segundo os médicos, mas ficou claro que isso teve relação com o fato de seu organismo estar frágil desde o acidente.

Agora, Bianchi. O impacto do francês, pelo o que se sabe do acidente de María de Villota, foi o mais violento destes três. Ele perdeu o controle a pouco mais de 200 km/h ao contornar as curvas 7 e 8 e foi de encontro com o guincho que removia o carro de Adrian Sutil, acidentado uma volta antes. Esse guincho, que saiu do chão com a pancada, tem 14 toneladas.

Aparentemente, foi a parte de trás, do lado esquerdo, do capacete de Bianchi que se chocou com o trator. Essa conclusão se tira a partir das poucas imagens existentes: o acidente e as fotos, que não mostram danos na parte frontal do capacete do francês, tampouco sangue. Além disso, há forte desaceleração. Bianchi imediatamente ficou inconsciente.

Rob Smedley, engenheiro-chefe da Williams e colega de Massa desde os tempos da Ferrari, acredita que a questão estética, colocada por muitos como empecilho para a introdução de uma cobertura nos cockpits, deve ser ignorada em prol da segurança.

“Mudaria a aparência dos carros de F1, o que eu acho que é um argumento para quem diz que são fórmulas, carros com cockpit aberto. Muda o conceito? Se você comparar os carros de 2014 com os de 1950, quando o Mundial começou, eles não parecem muito similares. Então se a estética é ou não é um argumento válido, certamente não é para mim. Talvez para outras pessoas”, disse.

O britânico admite, no entanto, que não sabe se tal medida faria a diferença no caso do “louco” acidente de Bianchi.

“Do ponto de vista técnico, é algo muito fácil de implementar. É algo que analisamos em muitos grupos técnicos e que vamos para a frente e para trás. Se faria a diferença no acidente do Jules, não tenho ideia. Não sabemos quão forte o carro é neste tipo de acidente. É um acidente louco”, observou.

Hoje em dia, os protótipos da classe LMP1 obrigatoriamente possuem cockpits fechados, mas não era assim até pouco tempo atrás. A Audi venceu as 24 Horas de Le Mans de 2010 com um modelo aberto, e era nessa linha que o chefão da marca alemã, Wolfgang Ullrich, queria continuar.

Ullrich, no entanto, foi convencido por seu time técnico que, por uma série de razões de performance e de segurança, seria melhor que o conceito fosse alterado. A Peugeot, rival da época, já possuía cockpits fechados.

Allan McNish agradeceu. Nas 24 Horas de Le Mans de 2011, o escocês se enroscou com um retardatário ao tentar ultrapassar o companheiro de equipe Timo Bernhard e saiu capotando até se chocar violentamente com o muro de proteção. O R18 ficou completamente destruído, restando apenas a célula de sobrevivência, protegida também pela cobertura do cockpit. McNish saiu ileso.

Derrick Walker, presidente de competição e operações da Indy, confirmou recentemente que deseja implantar esse conceito na categoria norte-americana. “É algo que está sendo cogitado. Na verdade, desde que entrei na Indy. Já tive algumas conversas com a Dallara para desenvolvermos uma cobertura parcial nos cockpits. Não uma completa, mas algo que protegesse os pilotos de objetos de aço e pneus voadores, por exemplo. É uma possibilidade”, contou.

“Acho que deveria ser uma prioridade. Nós e a F1 somos as únicas grandes categorias com pilotos com a cabeça totalmente exposta. Precisamos começar com isto urgentemente, já que corremos em ovais em altíssimas velocidades”, opinou.

Em 2011, Dan Wheldon morreu na última etapa do campeonato após bater a cabeça no alambrado em um acidente múltiplo na pista de Las Vegas, na derradeira corrida do modelo antigo dos carros da Indy.

Neste ano, houve outro acidente em que um piloto recebeu um impacto na cabeça — felizmente, sem graves proporções. No GP de Toronto, Mikhail Aleshin acabou entrando debaixo do carro de Juan Pablo Montoya, que estava parado após bater de frente na barreira de pneus. A Penske do colombiano levantou e caiu com a roda traseira direita no capacete do russo, que ficou com a marca do pneu. No entanto, o piloto jamais perdeu a consciência e saiu do carro com se nada tivesse acontecido.

Na F1, um quase recente foi no GP da Bélgica de 2012, na batida iniciada por Romain Grosjean na largada. A Lotus do francês saiu do chão e rodou no ar a poucos centímetros da cabeça do bicampeão Fernando Alonso. O espanhol deixou o carro apenas com dores nas costas, mas ressaltou que teve sorte de não levar uma pancada na cabeça.

“Você pode ter uma lesão na sua mão ou mesmo na cabeça, porque tudo passou muito perto. Eu tive sorte. Não sabia o que tinha acontecido até ver na TV. Foi difícil imaginar como poderia ter sido grave”, comentou.

Hoje em dia, a proteção que ajuda a minimizar o risco deste tipo de acidente é o chamado ‘side padding’, ou protetor de cockpit. Ele atua com duas funções. Internamente, serve de encosto de cabeça e impede que, em um impacto lateral, o movimento do crânio seja muito brusco. Foi muito útil, por exemplo, para Sergio Pérez, que bateu de lado no muro na saída do túnel durante a classificação para o GP de Mônaco de 2011 — ele sequer pôde participar do GP do Canadá, duas semanas depois. Externamente, porque reduz a área do capacete que fica exposta.

Essa proteção foi instituída na F1 em 1996, na esteira dos fortes acidentes de Karl Wendlinger, em Mônaco, em 1994, e de Mika Häkkinen, na Austrália, em 1995. No começo, ela era fixa. Atualmente, é removível, como já acontecia com os carros da Indy há alguns anos.

É possível imaginar que essa proteção tenha ajudado a salvar a vida de Bianchi, diminuindo a força do impacto no capacete do francês — mas essa é uma conclusão que só pode ser tirada a partir de uma análise mais detalhada do acidente de Suzuka, com o uso das imagens da câmera onboard.


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NightWolfBRA
Membro desde: 03.08.2007
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Um tempo atrás se falou em fechar tudo como nos caças e disseram que não queriam porque ficaria feio. Pra mim feio é o desenhos dos bicos de agora, sem falar no novo som dos motores. Não vejo problema nenhum com o visual de fechar o cockpit:

https://www.google.com.br/search?q=cockpit+closed+f1&espv=2&biw=1364&bih=774&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=nGY1VKHAD8SlyATGzoCQDA&ved=0CAYQ_AUoAQ


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
Oldschool Grinder

Original de NightWolfBRA
Um tempo atrás se falou em fechar tudo como nos caças e disseram que não queriam porque ficaria feio. Pra mim feio é o desenhos dos bicos de agora, sem falar no novo som dos motores. Não vejo problema nenhum com o visual de fechar o cockpit:

https://www.google.com.br/search?q=cockpit+closed+f1&espv=2&biw=1364&bih=774&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=nGY1VKHAD8SlyATGzoCQDA&ved=0CAYQ_AUoAQ

Mas esse foi desenhado...
Acho que nem se tivesse assim salvaria o BIanchi. :(


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NightWolfBRA
Membro desde: 03.08.2007
PokerStrategist

Original de brunogalvao81

Original de NightWolfBRA
Um tempo atrás se falou em fechar tudo como nos caças e disseram que não queriam porque ficaria feio. Pra mim feio é o desenhos dos bicos de agora, sem falar no novo som dos motores. Não vejo problema nenhum com o visual de fechar o cockpit:

https://www.google.com.br/search?q=cockpit+closed+f1&espv=2&biw=1364&bih=774&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=nGY1VKHAD8SlyATGzoCQDA&ved=0CAYQ_AUoAQ

Mas esse foi desenhado...
Acho que nem se tivesse assim salvaria o BIanchi. :(

Não tem o que resolva a desaceleração, mas poderia ter evitado o do Massa por exemplo, a mola não pegaria na cabeça, seria só um susto, sem qualquer arranhão. Talvez tivesse salvado o Senna. Acho que é algo a se pensar independente do acidente do Bianchi.

Ali o que resolveria seria não ter o trator entrando na pista, só guindastes do outro lado, mas numa pista maior é mais complicado do que é em Mônaco. Toda vez que for tirar um carro da pista ter que entrar um safety car deixaria a corrida um porre.


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
Oldschool Grinder

Essa proteção é para outros casos, sem dúvida.

Acho que a entrada do safety car até seria saudável. As corridas dos EUA tem um monte de bandeiras amarelas. Isso é importante pro público comprar um hot dog ou abrir outra cerveja, pode ser pra dar uma pausa e dar uma twitada sobre a corrida também...afinal quem tem duas horas livres pra ficar colado na TV hoje em dia?

Pilotos usarão adesivos em homenagem a Bianchi em GP

Os pilotos da Fórmula 1 prestarão uma homenagem ao colega francês Jules Bianchi no Grande Prêmio da Rússia de Fórmula 1, no fim de semana. Todos colocarão no capacete um adesivo com o nome do piloto da Marussia, que sofreu grave acidente durante o GP do Japão e está internado em estado crítico. "Todos com Jules", diz o adesivo, em francês, junto do número 17, que o piloto da Marussia levava em seu carro. A ideia foi do também francês Jean-Eric Vergne, da Toro Rosso, que além de compatriota é amigo de Bianchi.

O piloto da Marussia sofreu uma forte batida durante o Grande Prêmio do Japão, levando a prova a ser encerrada prematuramente. Ele escapou da pista, bastante molhada, em alta velocidade e se chocou com o guindaste que removia o carro do alemão Adrian Sutil, acidentado na volta anterior. De acordo com o último boletim médico divulgado no Japão, Bianchi sofreu uma lesão axonal difusa, que é causada por fortes traumas na cabeça. Ele está internado no Hospital de Mie, em estado considerado crítico, porém estável.


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NightWolfBRA
Membro desde: 03.08.2007
PokerStrategist

Mas uma das coisas que não gosto da Indy é justamente o exagero de bandeiras amarelas. Fica um tempão sem acontecer nada, se alguém tá abrindo vantagem não vale nada... pra mim tira muito a graça do transcorrer da corrida, é o tipo de coisa que faz muita gente ver só a largada (se for lançada nem acho graça) e o finalzinho da prova.


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
Oldschool Grinder

Original de NightWolfBRA
Mas uma das coisas que não gosto da Indy é justamente o exagero de bandeiras amarelas. Fica um tempão sem acontecer nada, se alguém tá abrindo vantagem não vale nada... pra mim tira muito a graça do transcorrer da corrida, é o tipo de coisa que faz muita gente ver só a largada (se for lançada nem acho graça) e o finalzinho da prova.

Questão de costume. Os americanos não aguentam a F1 pq. não tem bandeira amarela.


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
Membro desde: 30.11.2008
Oldschool Grinder

Hamilton destoa e consegue em Sochi pole mais tranquila na temporada 2014. Com problemas, Massa sai em 18º

Nunca antes na história da temporada 2014 da F1 foi tão fácil obter uma pole – e considerando que os dois aptos a tal estavam sem problema algum. Lewis Hamilton nem deu a menor chance para Nico Rosberg neste sábado (11), um reflexo do que vem sendo o fim de semana em Sochi, e vai mantendo a fase estelar que o conduz como favorito ao título. O negócio foi tão destoante que Nico Rosberg teve de se preocupar mais em ficar em segundo por conta do ótimo desempenho de Valtteri Bottas, apenas 0s006 mais lento que o alemão da Mercedes.

F1, GP da Rússia, Sochi, grid de largada:

1 44 LEWIS HAMILTON ING MERCEDES 1:38.513 18
2 6 NICO ROSBERG ALE MERCEDES 1:38.713 +0.200 18
3 77 VALTTERI BOTTAS FIN WILLIAMS MERCEDES 1:38.920 +0.407 23
4 22 JENSON BUTTON ING McLAREN MERCEDES 1:39.121 +0.608 22
5 26 DANIIL KVYAT RUS TORO ROSSO RENAULT 1:39.277 +0.764 27
6 3 DANIEL RICCIARDO AUS RED BULL RENAULT 1:39.635 +1.122 21
7 14 FERNANDO ALONSO ESP FERRARI 1:39.709 +1.196 25
8 7 KIMI RÄIKKÖNEN FIN FERRARI 1:39.771 +1.258 26
9 25 JEAN-ÉRIC VERGNE FRA TORO ROSSO RENAULT 1:40.020 +1.507 27
10 1 SEBASTIAN VETTEL ALE RED BULL RENAULT 1:40.052 +1.539 13
11 20 KEVIN MAGNUSSEN DIN McLAREN MERCEDES P +5 1:39.629 +1.116 21
12 11 SERGIO PÉREZ MEX FORCE INDIA MERCEDES 1:40.058 +1.545 13
13 21 ESTEBAN GUTIÉRREZ MEX SAUBER FERRARI 1:40.163 +1.650 18
14 99 ADRIAN SUTIL ALE SAUBER FERRARI 1:40.536 +2.023 18
15 8 ROMAIN GROSJEAN FRA LOTUS RENAULT 1:40.984 +2.471 18
16 9 MARCUS ERICSSON SUE CATERHAM RENAULT 1:41.397 +2.884 9
17 27 NICO HÜLKENBERG ALE FORCE INDIA MERCEDES P +5 1:42.648 +4.135 16
18 19 FELIPE MASSA BRA WILLIAMS MERCEDES 1:43.064 +4.551 8
19 10 KAMUI KOBAYASHI JAP CATERHAM RENAULT 1:43.166 +4.653 9
20 13 PASTOR MALDONADO VEN LOTUS RENAULT P +5 1:43.205 +4.692 5
21 4 MAX CHILTON ING MARUSSIA FERRARI P +5 1:43.649 +5.136 5


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brunogalvao81 Autor do tópico
brunogalvao81
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Oldschool Grinder

Hamilton consegue vitória fácil na Rússia, e dobradinha dá à Mercedes título de Construtores. Massa fica fora dos pontos

Tudo flui a favor de Lewis Hamilton. Se havia qualquer chance de briga com o companheiro Nico Rosberg pela vitória em Sochi neste domingo (12), a curva 2 após a largada definiu o rumo da prova. O alemão aproveitou o longuíssimo espaço do ponto de partida até a freada e chegou a ultrapassar o inglês, mas fritou tanto os pneus que causou uma vibração da frente do carro, e logo na primeira volta já fez sua parada nos pits. Livre, Hamilton botou mais uma vitória no bolso. De quebra, a Mercedes ainda assegurou o Mundial de Construtores, com três provas de antecipação.

Rosberg conseguiu se recuperar. Passando um a um e contando com a ida aos boxes dos demais, Nico já aparecia em segundo na volta 31 das 53, superando o rápido Valtteri Bottas. Assim formou-se o esperado pódio no primeiro GP da Rússia da história.

Quanto a Massa, a estratégia acabou seguindo a receita da Mercedes de Rosberg: para não perder tempo, a Williams chamou o brasileiro também na primeira volta para que tentasse fazer a corrida toda com os pneus mais macios, considerando que o desgaste na novíssima pista é quase nulo. Mas é certo e sabido que Felipe não é daqueles que sabe poupar borracha. Mal conseguiu chegar nos pontos – o que pode ser considerado um desastre pelo equipamento que tinha – porque empacou tanto antes quanto depois dos pits em Sergio Pérez. E fechou a corrida apenas em 11º.


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