Original de MancaMulas
Boas double. Gostava de te fazer umas questões acerca do teu vídeo: http://pt.pokerstrategy.com/video/33183/- Na mão dos 10:10 na mesa 3 com TT, tu abres da SB e o flop vem K73. Tu falas em ir de c/c no flop e provavelmente também no turn. Porque preferes o c/c em vez de cbet/fold? Eu penso que iria de cbet/fold uma vez que a nossa mão é vulnerável, irão vir overcards quase sempre que poderão dar um par melhor ao vilão, e não sabemos nada acerca das tendências dele para bluffar.
- No minuto 09:30 na mesa 2 tens KK num 3bet pot e o flop é J76s. Dizes que o plano é dar bet e ir para o chão se o vilão der raise. O facto de ser um 3bet pote é o que faz a diferença entre atolar com overpair no flop vs desconhecido? Digo isto porque, se fosse um raised pote normal a jogada standard seria foldar para um raise no flop.
- Quando se trata de raise de isolamento, abres 4bb + 1/limper em posições iniciais, e 3bb + 1/limper em posições finais? Na SB qual é o critério que usas?
Mão do TT, só será okay cbetar flop porque blind vs blind acabamos por até estar okay contra o range de call do vilão que vai ter até alguns A high e segundos pares piores. Mas continuo a preferir o x/c com TT. Com QQ seria um x/c muito fácil, visto que o factor protecção é quase nulo. Com 88 cbetar é mais apetecível do que com TT, pelos mesmos motivos, é uma mão mais vulnerável. Com TT fica a meio termo, eu continua a achar que não é tão vulnerável assim.
- Mão do KK, sim, faz toda a diferença ser 3bet pot, quando menor o SPR menor precisa ser a força absoluta da nossa mão, porque as pot odds são muito melhores, já há muito $ no pot. É a mesma razão porque se diz que top pair com 40bbs de stack raramente dá para largar.
- Contra limper, não tenho uma boa regra nem acho que exista uma resposta absoluta. Quanto maior o limite mais baixo deve ser o nosso raise suponho, na NL10 eu faria 3bbs+ 1bb/limper IP e 4bbs+ 1bb/limper OOP
Original de Thipen
D2, vou te ter como exemplo. Também sou originário do MTG, comecei a jogar na 4ª/5ª edição, em meados de 1997.Certa vez vi uma matéria sobre um jogador de poker que tinha jogado MTG e depois migrado pro poquêr, com muito sucesso inclusive. Depois descobri que ele é seu conterrâneo, o André Coimbra (acoimbra no ps).
Vamos que vamos, por recomendação do meu pseudo coach (haha) lapulga01, tô devorando todo material que você produz!
E agora acompanhando seu blog. Agradeço a oportunidade de aprender com você e também a sua boa disposição em nos ensinar.
Obrigado pelas palavras. O André Coimbra foi mesmo profissional de MTG, eu só fui amador mesmo :), e continuo a gostar muito, o problema é que é um consumidor enorme de tempo, só mesmo de vez em quando para matar saudades. Ainda tenho vívida memória da tarde em que aprendi a jogar e do fantástico que achei tudo aquilo, o jogo, as regras, os desenhos. Era 5ª Edição e Mirage/Visions/Weatherlight.